Entrevista Arq.21

- Qual a importância da Tektónica para o sector?

Tal como a concebemos, a Tektónica visa promover a importância e a imagem da construção na actualidade, logo revemo-nos como empresa, no género, que para além do negócio visa também proporcionar ao mercado da construção, não apenas mais soluções, mas AS SOLUÇÕES. Constitui uma nossa preocupação, ter as soluções que respondam às exigências actuais e as garantam.
A tektónica, é o local onde os profissionais da área, têm oportunidade de contactar de perto com as matérias-primas, com os produtos, comparar e questionar, é pois o local privilegiado para o encontro entre as partes que constituem o circuito: fabricantes, projectistas, fornecedores e consumidores.

- No actual contexto económico, este tipo de feiras ganham maior importância? Se sim, porquê?

Sim, entendemos que, tratando-se de uma conjuntura económica mais desfavorável, são ainda mais importantes as estratégias que se tomam, as decisões e os investimentos a adoptar. Por consequência e se as intenções, forem para além disso mesmo, os critérios com que se canalizam verbas, com que se elegem produtos e soluções construtivas, passam a assumir importância acrescida. Hoje necessitamos fundamentar cientifica e experimentalmente mais as ofertas que propomos, enquanto fabricantes. A feira assume pois maior importância, pois é nossa intenção conseguir transmitir aos nossos clientes, através da nossa presença física, essa mensagem de seriedade, qualidade e garantia.

- Quais as principais novidades/inovações que a Artebel vai apresentar na Tektónica?

A artebel, enquanto empresa de prefabricados de betão, tem vindo a dedicar especial atenção às exigências regulamentares no que respeita aos consumos energéticos e ao conforto térmico e acústico dos espaços construídos. Destaca as suas alvenarias térmicas e acústicas, com especial enfoque para o Termoacústico, para o Megatérmico e para o Soundcomfort. Paralelamente e na área dos exteriores, propõe um elemento pré fabricado para pilares, designado Bloco Pilar para muros, que complementa a solução já concebida anteriormente - murante. Por último e com o objectivo de versatilizar as opções dos "pavês", cada vez mais recorrentes, propõe a solução Ecopavê, que reflecte uma mais valia enquanto pavimento drenante e permite variadas estereotomias e acabamentos normal e antiderrapante.

- De que que forma a Artebel procura responder às mais recentes e vanguardistas opções arquitectónicas (pergunta realizada tendo em conta que a Arquitectura 21 é uma revista dirigida fundamentalmente a arquitectos)?

A artebel, como já referido acima, procura estudar, estar atenta à arquitectura. Pois se a arquitectura é cultura, como concordamos e já ouvimos algures, importa termos o conhecimento das necessidades, para desenvolvermos soluções que possam dar eficiente resposta. Indissociável à evolução tecnológica entendemos estar o custo; procuramos um compromisso entre o desempenho da solução e o valor que representa, sendo sempre um objectivo que reflicta, no todo, um ganho e não um gasto.

- Como é que a Artebel classifica o actual estado do sector e como perspectiva o futuro?

A artebel, acima de tudo deposita esperança nas políticas a adoptar e que com essas possamos inverter o actual quadro de baixo investimento público e privado bem como o sentimento de desânimo generalizado.

Sandra Silveiro, Engª Civil
Dept. Técnico Artebel